sábado, 13 de agosto de 2011

Amigos?

Eu sempre acreditei na vida, desde muito cedo, que tem pessoas na nossa história que são tão fundamentais que a gente não consegue ouvir ou falar o nome sem que a gente se lembre da pessoa.
Identificamos s amigs de verdade, as pessoas essenciais na nossa vida no momento de muita alegria e o de muita tristeza. São esses dois extremos que nos são capazes de revelar quem são de fato aquelas pessoas que você gostaria de ter ao seu lado, de ver as mesmas coisas que você está vendo.
No momento de muita tristeza, aquellas que você gostaria que estivesse ali, segurando na sua mão. E aí se mostrou um amigo de verdade. Agora me diz, porque ele ficou?
Porque as pessoas se tornam nossos amigos?
Aí é que está, é um mistério!
A gente nunca sabe porque uma pessoa se tornou nossa amiga.
Talvez porque ela tenha uma sensibilidade maior que outros não tiveram. Talvez porque olhando para nós de um jeito mais aperfeiçoado. tiveram mais paciência, mais calma.
São amigos que vão ficar para o resto da vida.
São aqueles que eu sei que são chatinhos, são anjoados mas eu sei que quando eu precisar vão estar do meu lado.

domingo, 24 de julho de 2011

Coisas

Coisas que eu nao suporto:

- Mau humor
- Gente ignorante
- Pessoas fúteis e sem conteudo
- Falsidade
- Traiçao
- Andar dentro das regras
- Fofocas
- Que me deixem curiosa
- Discriminaçao
- Funk
- Pessoas que escrevem "axim"
- Pessoas que nao honram compromissos
- Pessoas sem ideais
- Gente que da encima de mim e mais cinco ao mesmo tempo
- Que falem mal das coisas que eu gosto
- Mentira
- Vomito
- Acordar cedo
- Arnaldo Cesar Coelho, Galvao e todos os comentaristas de futebol
- Solidao
- Motoboys
- Arrogancia
- Arcar com a culpa sem ser culpada
- Covardia
- Toalhas molhadas
- Comer peixe e/ou frutos do mar
- Fila do SUS
- Nata no cafe com leite
- Machismo
- Perder minhas coisas
- Esquecer informaçoes importantes
- Santas do pau oco

- Que machuquem quem eu amo
- Ir no mercado e nao ter os preços anotado no produto
- Especias de natal na televisao
- Gente repetitiva

- Que mexam com meus amigos
- Esperar
- Egocentrismo
- Justiça brasileira
- Onibus lotado
- Nao ter mais dinheiro pq as contas levaram todo ele
- Falarem de mim pelas costas
- Que roubem toda e qualquer coisa q eu escrevo aqui e ainda dizem "Fui eu quem fiz"
- Calor em excesso
- Programaçao televisiva aos domingos
- Rock metal

- Que me logrem
- Gente ignorante, intolerante, dementoloide e imbecis
- Cadeado no orkut
- Ser ignorada
- Ar condicionado que nao funciona
- Bolsa bagunçada

- Barulhos muito altos
- Pessoas evasivas

- Rave
- Ficar com o choro preso na garganta
- Quando não me escutam
- Gente porca


Coisas que eu gosto/adoro de paixão
- Dançar
- Meu trabalho
- Dar risada
- Pessoas diferentes/exoticas
- Almoço em família nos domingos

- Alaminuta com suco natural de laranja (Nao tem coisa melhor)
- Sorrisos

- Namorar
- Ler
- Escrever

- Perfumes marcantes
- Meus amigos
- Navegar na internet
- Chuva e frio (agarradinhaaa )
- Falar sozinha

- Chapolin e Chaves õ/
- Fazer trocadilhos
- Musicas
- Cheiro de fosforo queimado
- Viajar

- Brincar com meus afilhados
- Piscina

- Ouvir  Fábio de Melo
- Serra
- Desenho animado
- Estalar os dedos e todas as juntas imagináveis.

Coisas que eu quero:

- Ser feliz
- Ser importante na vida de alguem
- Viver um conto de fadas

- Fazer alguém feliz
- Aprender dizer adeus
- Conhecer Bariloche
- Voltar a ser criança

- Construir uma linda família.
- Ter sempre a presença de Deus comigo

- Não perder mais ninguém que eu amo

è pedir muito? 
Não, não é.
Sei quanto valho e não aceito menos.
=P
 

domingo, 12 de junho de 2011


Quem me conheceu depois de Dezembro de 2009, não imagina quem eu fui até ali. Era tudo muito diferente, na minha rotina e na minha cabeça. Continuo tendo a mesma vidinha calma de sempre, mas só aparentemente... a vida é outra agora. Eu penso diferente, me expresso diferente. Não há mais aquela pesada obrigação que me acompanhava, colocando tudo em segundo plano.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Saudade pouca, é bobagem

Saudosismo

Ela caminhava lentamente para dentro do carro, que a levaria para o seu futuro, e ela que queria que o futuro fosse algo tão simples quanto fazer bola de chiclete, por que quando ela era criança, era o que mais gostava de fazer, mascar chiclete assistindo ao seu desenho preferido.
Hoje o seu futuro parece tão presente, que dá um medo danado.
E eu sei que a única coisa que ela quer, é um abraço que lhe faça crer que a vida vale a pena, não pelo futuro, e sim pelo que ela tem no presente, os amigos.

A saudade chega e toma conta, e antes que ela me sufoque, a gente a sufoca junto no abraço.

domingo, 10 de abril de 2011

Marcas

Sou cheia de marcas e tenho o hábito de classificar minhas marcas como visíveis e invisíveis.

As visíveis me lembram sempre das coisas ruins e às vezes até algumas boas lembranças vem delas, como a cicatriz na perna que lembra meu primeiro tombo de bicicleta, que lembra também da sensação incrível de liberdade que senti nas minhas primeiras pedaladas.

Tem as cicatrizes de catapora, que lembram minha mãe brigando comigo pra que eu não coçasse tanto e me avisando que elas deixariam marcas pelo meu corpo para sempre.Tenho tbm a cicratiz na minha coxa, no formato da boca do cachorro do meu primo. O Guto, isso me faz lembrar das brincadeiras de pega-pega ( acabei pisando no cão, o que deixou ele muito bravo ¬¬)

Tem também uma marca nos joelhos  que me lembra um acidente que sofri na esteira da academia. Me lembra a dor imensa que senti e os dias que fiquei de "molho" por conta disso, mas que serviu de alerta.

E por aí vai...E aí vêm as invisíveis... aquelas que, às vezes, só nós conhecemos.Como o meu primeiro beijo, o primeiro sorriso da primeira afilhada, o medo que senti no meu primeiro dia na escola vendo minha mãe ir embora e me deixando ali sozinha, a primeira decepção amorosa. A dor de perder pra morte, um pai e recentemente um irmão que até então foi o mais difícil de todas as perdas. Sem contar os avós, tios.Os sustos que levei nessa vida, as mágoas. O sentimento de poder e o de impotência. A alegria de um amor correspondido, bem como a dor da separação e da distância. As marcas do amor imenso que sinto pela minha família, dos momentos maravilhosos que passamos juntos e os nem tão bons assim, além do sentimento de que por eles sou capaz de morrer, sem medo.Somente quando eu olho para as minhas cicatrizes, eu vejo o quanto o tempo correu. Acredito que somos feitos de marcas, como se fossemos livros em branco esperando pra serem escritos pela vida. As visíveis todo mundo vai ver ou, quem sabe, podemos disfarçá-las de algum modo para que ninguém as perceba. Já as invisíveis, talvez as compartilhemos com alguém ou as manteremos só pra nós, mas todas elas serão a impressão do que fomos ou seremos nesse mundo.

Anjo bom, continue comigo.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Boa tarde, boa noite, desculpe!


Engraçado como tem coisas que a gente não esquece...



Devia ter uns cinco anos de idade e estava no pré-primário. Minha melhor amiga se chamava Vanessa. Todo fim de aula era uma festa porque ficávamos brincando no parquinho do colégio com os outros alunos enquanto esperávamos nossas mães chegarem para nos levarem pra casa. E digo “nos levarem” porque era uma luta pra que nos fizessem desistir dos brinquedos. “Ah, mãe, só mais 5 minutinhos!” – (percebo agora que a luta dos 5 minutinhos é infindável. Hoje em dia ela é travada entre mim e meu despertador.)

Enfim, em uma dessas folias, minha amiga e eu estávamos na fila do escorregador quando um guri folgadíssimo veio e a empurrou, tomando seu lugar. Diante daquilo, como nossa capacidade de argumentação ficava em segundo plano e nossos extintos em primeiro, o que foi ela fez? Deu-lhe uma mordida com toda vontade do mundo no braço! Eu caí no riso, ele no choro e ela voltou pra fila. O problema é que nossas mamães já haviam chegado ali e, para nossa infelicidade, presenciado a cena.
Curioso como a linguagem corporal diz tudo em alguns momentos. Pela maneira como a mãe da Vanessa se aproximava, saímos rapidamente de perto dos coleguinhas, porque sabíamos que boa coisa não viria.
Ela chamou o motivo da discórdia, que ainda estava meio choroso e falou: “Vanessa, peça desculpas pra ele.” – “Mas, mam...” – “Vamos, Vanessa!” – “Desculpa.” disse minha amiga fazendo força pra não chorar. “E agora você pra ela.” O menino se desculpou e logo saiu correndo. Nem deve ter prestado atenção no que falou. Eu fiquei ali, parada, sem poder fazer muito pra ajudar.

No caminho de volta pra casa, perguntei pra minha mãe: “Por que a Vanessa teve que se desculpar? Ele mereceu.” – Minha mãe é católica, mas brinco com ela que sempre tentava seguir os ensinamentos de Buda com relação à nossa educação: “Não é porque ele agiu de uma forma errada que a Vanessa vai estar certa em agir de uma forma errada também, Márcia.”
Eu fiquei em silêncio e minha mãe feliz, porque toda vez que isso acontecia a resposta havia sido satisfatória. “Mas...” - minha mãe olhou pra mim – “... ela não queria se desculpar de verdade. Isso não é ruim?” – “Chegamos, vai almoçar, vai Márcia. Tem tua sobremesa favorita hoje.” Isso também funcionava pra me fazer ficar feliz e satisfeita.
rsrsrsrs
Mas....
.

No entanto, pedir desculpas e fazer as pazes depois que crescemos é mais complicado. Até certa idade falamos “Sinto muito” mesmo quando não sentimos, só porque sabemos que “é a coisa certa a ser feita” e porque é o que esperam que façamos. Depois aprendemos que o poder da palavra DESCULPA pode ser muito maior, aí começamos a utilizá-la também como uma arma, uma justificativa... E então ela perde o valor. Assim como muitas outras palavras que deveriam ser especiais e que por mau uso tornaram-se banais. Mas eu tenho essa teoria (tenho muitas, aliás). Quando erramos e magoamos alguém – e infelizmente na maior parte das vezes é alguém que amamos – é nosso dever e nosso direito tentar corrigir o que fizemos de errado. Em situações como essa, um “Me desculpe”, quando realmente queremos que a pessoa nos desculpe ou um “Sinto muito”, quando sentimos de verdade aquilo que foi dito ou feito, é o que há de mais perfeito nesse mundo. É tudo o que precisamos dizer e, provavelmente, tudo o que a outra pessoa precisa ouvir.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os melhores



Hoje ouvi uma moça dizer que tem uns 20, 30, 40 melhores amigos. Será mesmo? Tomara que sim. Sortuda ela, se tiver.
Eu sou de poucos amigos. Conheço muita gente, vivo cercada de pessoas, mas amigos de verdade, daqueles que você pode contar seus segredos, chorar suas mágoas, dar bronca, pedir colo...são poucos.
Mas isso não me chateia, porque eles são "OS" melhores.
São meus apoios, com quem divido meus melhores e piores momentos. Nas alegrias, nas tristezas. Os laços que nos une faz tudo isso ser mais profundo e mais verdadeiro.
Meus melhores amigos, me aguentam, me suportam, me ajudam, me amam, me odeiam, me dão chocoalhões, me fazem rir, me fazem chorar, me pedem carinho, me dão a mão.

São poucos, porém, os melhores.

Boa noite meu anjo bom, obrigada por me proteger.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Já reparou que quando alguém tem um problema e ela te conta você, sabe-se lá porque, inventa de dar seu pitaco tentando mostrar que as coisas não são assim tão ruins?
Pois é, grande ditado é aquele que diz que “em boca fechada não entra mosca”.
As pessoas parecem que não têm noção, não possuem lá muito tato, a ponto de perceber que às vezes, ou melhor, frequentemente, quem tem um problema não quer saber de ouvir que aquilo não é o fim do mundo, elas querem uma solução, ou no mínimo, compreensão.
Adianta dizer que melhor um emprego mais ou menos do que estar desempregado?
Que antes ganhar pouco do que nada? Antes só do que má acompanhada! Ou ainda melhor com ele do que sem ele!
Enfim, grandes frases que não dizem nada! Ao menos para a pessoa que está ali, desolada, revoltada, desmotivada...
Por isso lá vai um conselho: Quando alguém vier chorar as mágoas pra você, seja lá o que for que ela venha a te dizer, ouça e não fale nada, melhor que soltar pérolas de auto-estima como as citadas acima, entretanto fecho esse post com outro ditado meia boca:
“Se conselho fosse bom não se dava, se vendia!”
Nossa, quanta gente já não estaria rica!!

Não há como explicar.


Há muito tempo não escrevo, pois bem, hoje senti vontade não só de pensar como também de transcrever meus sentimentos.
Imagino muito o que pensam de mim, mas sei bem também como sou realmente.
Não sei consolar, dar apoio como talvez esperam de mim e percebo esse meu defeito, só sei amar e dizer que amo, e amar desse meu jeito, esse meu tão estranho jeito.
Falar, falar e falar talvez não seja suficiente, convincente, mas é assim que consigo, na hora de agir sou muitas vezes distante, egoísta, enfim...
Acho que não há mais muito o que dizer, não há como explicar o quanto realmente eu sinto, me preocupo, sofro e ao mesmo tempo acredito, tenho fé, esperanças...
 
É; definitivamente não há...

Anjo bom, fique do meu lado.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ah,questa vita pazza della cità




Estou sem meu iPod há dois dias (a eternidade, acreditem).
Bom, na falta de música, hoje de manhã, recebi uma serenata no ônibus. Ahn?!
Pois é, uma serenata no ônibus, tá bom? G.G


É, pensando nisso agora eu não entendo como não morri de vergonha.

Entrei no ônibus lotado e fiquei próximo à porta. Quando comecei a passar pelo corredor senti alguém segurando a minha mão. Olhei assustada e vi ali sentado um senhor com o sorriso maior do mundo. Mas sabe aquele sorriso que vc não consegue não sorrir de volta? E não é que de repente o homem começa a cantar ali? Uma música antiga (essa não está na lista do meu iPod), não lembro a letra  direito, mas falava alguma coisa sobre uma mulher morena, com olhos de luar. Ele fez uma serenata ali e eu fiquei parada, sem conseguir esboçar nenhuma reação.auhsiahsihas Aí, depois dos aplausos
 – sim, ele foi merecidamente aplaudido, eu, que devia estar vermelha (é óbvio), falei alguma coisa como: "Poxa, mas vai ficar impossível arrumar um namorado agora, vou ter que pedir pra todo mundo fazer uma serenata pra mim!"  E ele caiu na risada. Uma risada gostosa que só! Esse foi o melhor som que ouvi nesses últimos dias – e olha que a quantidade de downloads que fiz não é brincadeira.
Bom...quando surgiu um lugar no caos do transporte coletivo de Poa, me sentei. (aiiii q falta faz o  iPod).

Durante esse tempo sem ouvir música entre uma parada e outra – o trajeto, o tempo, o trânsito, tudo fica mais suportável com um som que me apetece – me vi sem saída e obrigada a escutar as conversas alheias no ônibus. E só eu sei o quanto eu não queria ter escutado muitas delas, mas é impossível, simplesmente impossível não ouvir o que as pessoas gritam. Pois é, foi nisso que reparei... As pessoas não falam, elas gritam.  kkkkkkkkkkk Por várias vezes eu tentava, em vão, me entreter com um livro (faz parte do kit de sobrevivência: iPod, água, livro e alguma barra de cereal), mas não conseguia avançar muito nas páginas. Ouvir "O Sol" (Jota quest) no último volume me ajudaria a concentrar mais, sinceramente. Aliás, quando estou com o iPod faço isso: Coloco em alguma música pra poder ler e não ouvir as conversas alheias.

"Vocês sabiam que a recepcionista X, aquela descarada, vem recebendo umas dez ligações diárias do Sr. Y? É, ele parece ter se arrependido da briga. Será que ela vai dar outra chance?
aaahh mas e o fulano que foi à festa escondido da namorada e chegando lá deu cara com a própria que também tinha ido escondida dele?"



Ah, tudo bem, algumas vezes tive de me segurar pra não rir
 – quem me conhece sabe que isso é difícil - mas em grande parte as histórias nem eram lá essas coisas.

hushaushuahsuahuahuahsuasche la maggior parte della gente pazza!