
Pai, meu pai, pai querido...
Onde andas pela vida? Vida... vida eterna!
onde fica esse paraíso pós-sofrimento? aaah quanto tormento.
Saber-te longe, desejar-te perto...
Perto, longe, longe, perto... O que importa?
Porque não vem embalar-me em teus braços?
Afogar-me em teus abraços?
Braços, abraços...
quanta falta quanta ausência.
Na minha vidinha tão sofrida, tão doada, tão pisada...
Saudades infinitas me devoram.
Por onde andas pai querido?
E eu cá em outra, tão esvaída, já não suporto sentir-me só...
Porque não vens pra perto, bem perto?
Quero sentar-me junto, bem junto quase dentro de ti
Aconchegar-me em teus braços, e recomeçar a viver!!!
Ahh meu pai...
Anjo bom, continue do meu lado!